Meu eu egoista


Há coisas que não se explicam nem se justificam á luz da verdade que é quase sempre pungente e real.
Sonhar e desejar com todas as forças e lutar sem tréguas no afã de alcançar o seu objetivo são nuances próprias do ser humano muitas vezes incompreendido em seu meio.
Parece um mistério, algo obscuro e inatingível; flor teimosa que sobrevive, não obstante estar exposta ao calor do sol e ao látego do vento inclemente.
Eis o ser humano na sua forma mais fiel, vivendo o seu contexto em busca de um ponto de apoio, clamando por um referencial.
É fácil comentar e criticar, gesticular e julgar baseado na aparência nem sempre real e fiel. Todos somos inclinados a tirar conclusões precipitadas e a atirar pedras a esmo, sem refletir e sem “se olhar no espelho” como donos da verdade, senhores do poder que julgamos ser e ter.
E avançamos freneticamente sobre a presa como animais sanguis sedentos. Mas há coisas que não se explicam nem se justificam, e para as tais só o tempo tem a explicação e o desfecho. Devemos nos ater ao momento presente e aguardar o desenrolar dos fatos de uma forma submissa e resignada.
Quanto julgamento precipitado se faz! Quanto arrependimento depois, por falhas grotescas que cometemos comumente! É próprio do ser humano buscar explicações nas desculpas quando deveria assumir o seu erro, a sua dose de culpa e se penitenciar.
Muitas vezes usamos a “outra pessoa” como pretexto para justificar o nosso mau exemplo e dizemos com veemência: “Ele me atrapalhou. Se não fosse ele eu teria conseguido”. É uma fraqueza inerente ao ser humano que vem desde os tempos de nosso pai Adão. Uma espécie de covardia inata que não combina com a verdade, a força e a coragem – predicados estes dignos e indispensáveis a quem sonha em ser um vencedor.
Diante destas palavras reflexivas que podem soar como mera filosofia, fica uma reflexão e uma pergunta como uma temática para os dias de hoje: – considerando o que foi exposto acima, de que forma estou contribuindo e qual a minha postura em relação ás pessoas que convivem comigo? É só pensar e cada um responder para si, sinceramente. Paz e bem

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