Vento de Pentecostes


por Tácito Coutinho Tatá, quarta, 16 de Maio de 2012 às 09:30 · “Desperta, vento norte e vem vento sul: soprai no meu jardim, para que se difundam os seus aromas” (Ct 4,16). O vento que vem do norte é frio, que congela e endurece tudo. Esse é o vento do mal e do pecado, que toma posse dos corações que não se convertem e bloqueia as sementes do bem. O vento sul é o vento quente. Esse sopro é o Espírito Santo que enche os corações dos que creem em Jesus Cristo, liberta de todo mal e impele a realizar, com entusiasmo, “tudo o que é da vontade de Deus, a saber, o que é bom, o que Lhe agrada, o que é perfeito”. – Rom 12,2b Que o vento norte se vá e venha o vento sul. Que ele sopre o no jardim do Esposo, os nossos corações, e espalhe seus aromas suaves. Que o vento norte se vá, também da Igreja e de qualquer coração entorpecido e venha o Espírito Santo. Que Ele, com sua vinda, infunda o fogo da caridade nos corações e os liberte do torpor da indiferença. Assim os aromas de santidade e testemunho se elevarão e se difundirão, porque, com a vinda do Espírito Santo, o coração gelado e endurecido aquece-se de verdade, sendo levado à prática da caridade e das virtudes. Que a voz do amor chegue depressa ao próximo, e assim pelo testemunho do Evangelho, sinta-se levado também a abrir seu coração o Vento Santo. Dessa maneira, por toda parte, a efusão do Espírito Santo vai se espalhar. O perfume da santidade vai se propalar e o jardim do Amado florirá e produzirá frutos saborosos e abundantes.

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