Ah! Se crêssemos.


“… só o crente é obediente, e só o obediente é que crê.” Dietrich Bonhoeffer “… quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra?” Lucas 18:8 “Eu creio, mas me ajude a vencer as minhas dúvidas!” Marcos 9:24 Ah! Se crêssemos de verdade que é o céu de delícias que nos aguarda, jamais chamaríamos a morte de um cristão de tragédia, mas de livramento. Ah! Se crêssemos na Palavra quando diz que somos filhos amados, os cargos, hierarquias e os aplausos humanos não representariam nada para nós. Ah! Se crêssemos que o mandamento de Deus é bondade de Deus para nós, não seríamos tão lentos, incompletos e resistentes para obedecer. Ah! Se crêssemos na soberania de Deus, não perderíamos os cabelos, a saúde, a paciência diante dos problemas porque está tudo resolvido. Ah! Se crêssemos que “no monte do Senhor se proverá”, não perderíamos uma noite de sono sequer pensando como poderemos sobreviver. Ah! Se crêssemos no propósito de Deus conosco, não teríamos crises existenciais, vazio pessoal ou qualquer senso de inutilidade. Ah! Se crêssemos no perdão pleno e definitivo, não viveríamos a produzir obras mortas e a fazer peripécias ministeriais motivadas pela culpa. Ah! Se crêssemos na imagem de Deus em cada pessoa, não trataríamos o mendigo, o mau cheiroso, o gay, o ateu com desprezo. Ah! Se crêssemos que Jesus edifica sua igreja, não procuraríamos tanto o auxílio do poder político para realizar a missão que Ele já nos deu tudo para realizar. Ah! Se crêssemos na grandeza do Reino de Deus, não viveríamos a proclamar presunçosamente a centralidade de nossa visão, denominação e ministério. Ah! Se crêssemos que a oração é uma porta aberta para o divino e o mistério de Deus, não seriam necessários incentivos ou muita pregação para as pessoas viverem a falar com Deus. Ah! Se crêssemos que a nossa dívida perdoada por Deus era muito grande, não gastaríamos tanto tempo chafurdando na lama da amargura e da autocompaixão em razão das bobagens que nos fazem. Ah! Se crêssemos que servimos ao Criador e Senhor do Universo não ficaríamos tão deslumbrados e tão cachorrinhos subservientes diante de autoridades, artistas ou celebridades. Ah! Se crêssemos… Paz e bem

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