Orar,Orar, Orar sempre, nunca deixar de Orar.


É comum nos depararmos com situações conflituosas. Uma delas é a espera de respostas que poderão ser positivas ou negativas. Todavia, o diferencial estará na maneira como as enfrentaremos cotidianamente. O desenvolvimento deste artigo terá dois textos como referência, aparentemente antagônicos, mas com pontos convergentes ao tema proposto. O primeiro está no evangelho de Lucas 2 : 25-35 e na segunda epístola de Paulo aos Coríntios 12 : 7-9. O primeiro texto discorre a narrativa sobre Simeão, “homem justo e temente a Deus, esperando a consolação de Israel; e o Espírito santo habitava sobre ele/ E fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que ele não morreria antes de ter visto o Cristo do Senhor” (v.25,26). O Espírito Santo é quem move a vida daqueles que andam em retidão diante de Deus. De fato, isto conteceu com Simeão quando este foi levado pelo Espírito ao templo, exatamente no dia em que o menino Jesus foi apresentado ao Senhor, ao qual foi concedido a oportunidade de proceder conforme os costumes da Lei, tomando-O em seus braços. Literalmente, a bênção caiu no colo de Simeão, conforme os versículos 29 e 30 nos enfatizam. Eis um exemplo eficaz de uma oração respondida de acordo com aquilo que se realmente espera: “Agora, Senhor, podes despedir em paz o teu servo, segundo a tua palavra/pois já os meus olhos viram a tua salvação.” O segundo texto mostra-nos a situação conflituosa de Paulo em relação ao espinho que lhe foi colocado na carne para que não se exaltasse devido as excelências das revelações dadas a ele, orando três vezes ao Senhor para que este incômodo lhe fosse retirado, ao que lhe foi dado “não” como resposta. O que aprendemos com essa porção bíblica é que podemos conviver com alguns incômodos. Contudo, jamais, poderemos viver sem a Graça de Deus! O que Ele nos outorga é sempre suficiente para vivermos nossa vida diária, para trabalharmos por Ele e para suportarmos nossos sofrimentos e espinhos na carne. A analogia entre Simeão e Paulo nessas narrativas é que os dois estavam orando: a Simeão a oração foi-lhe respondida de forma concreta, direta de acordo com aquilo que almejava; a Paulo a oração foi-lhe respondida em parte, quando Deus o conforta dizendo-lhe que somente a Sua Graça lhe bastava. A praticidade dessas verdades bíblicas para nossa vida espiritual é que ainda que não compreendamos o agir de Deus até mesmo diante do Seu silêncio ou negativas, que saibamos e confiemos que Ele sempre estará nos reservando o melhor, pois verdadeiramente os Seus pensamentos não são os nossos pensamentos nem os Seus caminhos, os nossos (Is 55:8). É certo que na vida teremos desconfortos. Porém, que nós tenhamos a confiança de Simeão que soube esperar e obteve a vitória daquilo que almejava. Que aprendamos com Paulo que reconheceu a Soberania de Deus aceitando a resposta que lhe foi dada. Deus fará por nós não somente mais do que pedimos e desejamos em oração, como também mais do que nossa imaginação possa alcançar. Sejamos incessantes na oração, pois ela nos aproxima do Altíssimo e nos aumenta a comunhão com Ele. Até podemos ser ousados em nossos pedidos diante do Todo Poderoso. Todavia, melhor nos será esperar pacientemente por Suas respostas. Amém! Paz e bem.

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